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10 julho, 2010

O resgate dos animais domésticos naturalizados


Geraldo Magela Côrtes Carvalho*

Os recursos genéticos de animais domésticos existem na forma de uma vasta quantidade de raças que se formaram a partir de adaptações aos diversos ecossistemas no decorrer dos séculos. A pressão de seleção imposta pelo clima, tipo de solo, altitude, disponibilidade de alimentos e água, doenças e parasitas endêmicos, técnicas de manejo, demandas de mercado e aspectos culturais e religiosos têm proporcionado o aparecimento de milhares de raças, tipos e linhagens, cada uma com suas particularidades genéticas, e adaptadas ao seu nicho ecológico específico.

O futuro do melhoramento e desenvolvimento da pecuária é dependente da variabilidade genética, que é o principal recurso natural disponível. Os requerimentos para as variações geneticamente controladas mudam constantemente com o passar do tempo e são imprevisíveis. São influenciados por mudanças ambientais e climáticas, por demandas de mercado, pelos efeitos de novas tecnologias de cruzamentos e técnicas de manipulação de DNA.

Os recursos genéticos disponíveis pelo mundo afora se encontram em um estágio de declínio dramático. O desenvolvimento da inseminação artificial e outras técnicas que facilitam o transporte de material genético de uma região geográfica para outra têm resultado em cruzamentos, absorção, e substituição de reservas genéticas locais pela diluição prolongada. Em muitos casos, esse fato vem ocorrendo sem a caracterização inicial ou avaliação de raças indígenas ou naturalizadas e sem esforço ou resistência alguma para conservar as linhagens locais.

Isso tem resultado no desaparecimento de um número substancial de populações locais, com a conseqüente perda de sua inerente adaptação genética ao seu ambiente particular. O aumento da perda da diversidade genética tem se evidenciado por muitos anos. Preocupações particulares tem surgido em respeito à velocidade com que raças que ainda não foram caracterizadas e nem avaliadas estão desaparecendo em várias regiões do mundo, principalmente em países que apresentam elevadas e rápidas taxas de desenvolvimento, onde pressões climáticas, doenças e parasitas produziram importantes raças geneticamente adaptadas.

A Embrapa Meio-Norte, por meio do projeto de preservação de animais domésticos naturalizados, tem como meta o resgate, a conservação e a avaliação de recursos genéticos caprinos (cabra Azul e Marota) e bovino (Pé-Duro) com rebanhos in situ em Teresina, Castelo do Piauí e São João do Piauí. Essas valiosas coleções genéticas poderão em um futuro próximo ser utilizadas em cruzamentos com raças especializadas e em cruzamentos industriais para produção de leite e carne no Semi-árido e Cerrado do Brasil, de países vizinhos e demais regiões similares da África e Ásia com o objetivo de se elevar a produção de alimentos nessas áreas.
*Pesquisador da Embrapa Meio-Norte, Teresina,PI - geraldo@cpamn.embrapa.br
Fonte: http://www.embrapa.gov.br/embrapa/imprensa/artigos/2005/artigo.2005-12-29.1230705579

A água nossa de cada dia


  • Por Marco Antonio Ferreira Gomes
A água é o constituinte mais característico e peculiar do Planeta Terra. Ingrediente essencial à vida, a água é talvez o recurso mais precioso que a humanidade dispõe. Embora se observe pelo mundo afora tanta negligência e tanta falta de visão com relação a este recurso, é de se esperar que os seres humanos tenham pela água grande respeito, que procurem manter seus reservatórios naturais e salvaguardar sua pureza. De fato, o futuro da espécie humana e de muitas outras espécies pode ficar comprometido, a menos que haja uma melhora significativa no gerenciamento dos recursos hídricos terrestres.

Quase toda a água do planeta está concentrada nos oceanos. Apenas uma pequena fração (menos de 3%) está em terra e a maior parte desta está sob a forma de gelo e neve ou abaixo da superfície (água subterrânea). Só uma fração muito pequena (cerca de 1%) de toda a água terrestre está diretamente disponível ao homem e aos outros organismos, sob a forma de lagos e rios, ou como umidade presente no solo, na atmosfera e como componente dos mais diversos organismos.

Por mais que seja de conhecimento geral que apenas 1% da água do planeta é de aproveitamento para consumo humano e de que este é um recurso fundamental para a existência e sobrevivência da raça humana, estamos longe de possuir um manejo adequado de nossas fontes de água doce.

Com o crescimento urbano, a expansão industrial e a demanda por energia hidrelétrica de um lado, e a poluição das águas superficiais e subterrâneas e as mudanças climáticas provocando severas secas de outro, fica cada vez mais difícil obter água limpa.

O setor agrícola também contribui e muito para a redução da disponibilidade do recurso, pois é responsável por 65% do consumo, em média, de água doce. Para se ter uma idéia, para produzir a quantidade de alimentos necessária a uma pessoa, por dia, são utilizados de 2 mil a 5 mil litros de água. Com uma população mundial estimada de 9 bilhões de habitantes para o ano de 2050, a agricultura terá um enorme desafio pela frente na busca de técnicas e procedimentos de manejo e uso racional e sustentável dos recursos hídricos.

A água no mundo

A quantidade de água doce no mundo está estimada em 34,6 milhões de km3 (ref. 1km3 corresponde a 1 trilhão de litros), porém somente cerca de 30,2% (10,5 milhões de km3 – água doce subterrânea, rios, lagos, pântanos, umidade do solo e vapor na atmosfera) podem ser utilizados para a vida vegetal e animal nas terras emersas. O restante, cerca de 69,8% (24,1 milhões de km3) encontra-se nas calotas polares, geleiras e solos gelados. Dos 10,5 milhões de km3 de água doce, aproximadamente 98,7% (10,34 milhões de km3) correspondem à parcela de água subterrânea, e apenas 0,9% (92,2 mil km3) corresponde ao volume de água doce superficial (rios e lagos) diretamente disponível para o consumo humano. Esse volume é suficiente para atender de 6 a 7 vezes o mínimo anual que cada habitante do Planeta precisa, considerando a população atual de 6,4 bilhões de habitantes.

Se em escala global a água doce é suficiente para todos, sua distribuição é irregular no território. Os fluxos estão concentrados nas regiões intertropicais, que possuem 50% do escoamento das águas. Nas zonas temperadas, estão 48%, e nas zonas áridas e semi-áridas, apenas 2%. Além disso, as demandas de uso também são diferentes, sendo maiores nos países desenvolvidos.

O cenário de escassez se deve não apenas à irregularidade na distribuição da água e ao aumento das demandas - o que muitas vezes pode gerar conflitos de uso – mas também ao fato de que, nos últimos 50 anos, a degradação da qualidade da água aumentou em níveis alarmantes. Atualmente, grandes centros urbanos, industriais e áreas de desenvolvimento agrícola com grande uso de adubos químicos e agrotóxicos já enfrentam a falta de qualidade da água, o que pode gerar graves problemas de saúde pública.

Em termos percentuais, a distribuição relativa dos recursos hídricos no Planeta está definida da seguinte forma: 27% - América do Sul; 26% - Ásia; 17% - América do Norte; 15% - Europa; 9% - África; 4% - Oceania; 2% - América Central.
Segundo o relatório das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos no Mundo, atualmente 1,3 bilhão de pessoas não possui acesso à água potável e cerca de 40% da população mundial não dispõem de condições sanitárias básicas.

Para se ter uma idéia do agravamento de água disponível para consumo, existe uma estimativa da ONU de que no ano de 2025 os prováveis 8 bilhões de habitantes devem partilhar da mesma quantidade de água doce hoje disponível para cerca de 6,4 bilhões. Deste modo, as reservas em 2025 serão em média de 4.800 m3 por habitante/ano, contra 7.300 m3 disponíveis por habitante/ano em 2000 e, 16.800 m3 por habitante/ano em 1950. No Brasil este valor era de 34.000 m3 por habitante/ano em 2000 e não difere muito em relação a 2009, colocando-o como privilegiado em disponibilidade hídrica em comparação à média mundial.

A água no Brasil

O Brasil detém cerca 12% da reserva hídrica do Planeta, com disponibilidade de 182.633 m3/s, além de possuir os maiores recursos mundiais, tanto superficiais (Bacias hidrográficas do Amazonas e Paraná) quanto subterrâneos (Bacias Sedimentares do Paraná, Piauí, Maranhão). Todo esse potencial tem o reforço de chuvas abundantes em mais de 90 % do território, aliadas a formações geológicas que favoreceram a gênese de imensas reservas subterrâneas, como também possibilitaram a instalação de extensas redes de drenagem, gerando cursos d’água de grandes expressões.

Todavia, esse potencial hídrico é distribuído de forma irregular pelo país. A Amazônia, por exemplo, onde estão as mais baixas concentrações populacionais, possui 78% da água superficial. Enquanto isso, no Sudeste, essa relação se inverte: a maior concentração populacional do País tem disponível 6% do total da água. Mesmo na área de incidência do Semi-Árido (10% do território brasileiro; quase metade dos estados do Nordeste) não existe uma região homogênea. Há diversos pontos onde a água é permanente, indicando que existem opções para solucionar problemas sócio-ambientais atribuídos à seca.

Qualidade
A água limpa está cada vez mais rara na região litorânea e a água potável cada vez mais cara. Essa situação resulta da forma como a água disponível vem sendo usada: com desperdício - que chega entre 50% e 70% nas cidades e sem muitos cuidados com a qualidade. Assim, parte da água no Brasil já perdeu a característica de recurso natural renovável (principalmente nas áreas densamente povoadas), em razão de processos de urbanização, industrialização e produção agrícola que são incentivados, mas pouco estruturados em termos de preservação ambiental, sobretudo em relação ao recurso água.

Nas cidades, de um modo geral, os problemas de abastecimento estão diretamente relacionados ao crescimento da demanda, ao desperdício e à urbanização descontrolada – que atinge as áreas de mananciais. A baixa eficiência das empresas de abastecimento se associa ao quadro de poluição: as perdas na rede de distribuição por roubos e vazamentos atingem entre 40% e 60%, além de 64% das empresas não coletarem o esgoto gerado. O saneamento básico não é implementado de forma adequada, já que 90% dos esgotos domésticos e 70% dos efluentes industriais são jogados sem tratamento nos rios, açudes e águas litorâneas, o que tem gerado um nível de degradação nunca imaginado.

Na zona rural nota-se com freqüência que os recursos hídricos são também explorados de forma irregular, muitas vezes com retirada de água dos mananciais, em excesso, aliada à falta ou escassez de mata ciliar como também de cobertura vegetal nas nascentes, fundamental na proteção dos cursos d’água. Não raramente, os agrotóxicos e dejetos utilizados nessas atividades também acabam por alterar a qualidade da água.  Também se observa, não raramente, processos erosivos que contribuem para o assoreamento dos cursos d’água no ambiente rural.

Quantidade e Alternativas de Uso

A água disponível no território brasileiro é suficiente para as necessidades do país, apesar da degradação. Seria necessária, então, mais consciência por parte da população no uso da água e, por parte do governo, um maior cuidado com a questão do saneamento e abastecimento. Por exemplo, 90% das atividades modernas poderiam ser realizadas com água de reuso. Além de diminuir a pressão sobre a demanda, o custo dessa água é, pelo menos, 50% menor do que o preço da água fornecida pelas companhias de saneamento, pois não precisa passar por tratamento. Apesar desta água ser inadequada para consumo humano, poderia ser usada, entre outras atividades, nas indústrias, na lavagem de áreas públicas e nas descargas sanitárias de condomínios. Além disso, as novas construções – casas, prédios, complexos industriais – poderiam incorporar sistemas de aproveitamento da água da chuva, para os usos gerais que não o consumo humano. Sabe-se que tais procedimentos já vêm sendo adotados em diversos lugares, mas a regularização ou exigência em forma de lei ainda caminha a passos muito lentos.

Após a Rio-92, especialistas observaram que as diretrizes e propostas para a preservação da água não avançaram muito e redigiram a Carta das Águas Doces no Brasil. Entre os tópicos abordados, ressaltam a importância de reverter o quadro de poluição, planejar o uso de forma sustentável com base na Agenda 21 e investir na capacitação técnica em recursos hídricos, saneamento e meio ambiente, além de viabilizar tecnologias apropriadas para as particularidades de cada região.

Considerações finais


A água por ser um bem precioso, essencial aos seres vivos e reconhecidamente de valor econômico, necessita de um manejo racional a partir de um processo de gestão sustentável, caso contrário, corre-se um sério risco de escassez, sem precedentes, de água de qualidade.

No Brasil a cultura predominante do desperdício de água se contrapõe aos programas e propostas de gestão sustentável dos recursos hídricos, apesar dos inúmeros apelos direcionados para este propósito.

Assim, diante desse cenário e considerando todas as abordagens ao longo deste artigo, fica evidente que a questão da água, principalmente no Brasil, está diretamente relacionada e dependente de dois aspectos básicos – a cultura do desperdício embasada na falsa premissa de que temos água em abundância e a ausência de uma política de governo, que discipline e controle, de forma mais enérgica, o consumo.

Tomando então como exemplo a expressão de cunho religioso “o pão nosso de cada dia” e aplicando-a ao contexto da água, ora em questão, tem-se “a água nossa de cada dia”, uma vez que, em essência, a água é um alimento tal qual o pão e que sem ela não há condições de sobrevivência no Planeta.

Fontes consultadas

BORGHETTI, N. R. B.; BORGHETTI, J. R.; ROSA FILHO, E. F da. Aquífero Guarani: a verdadeira integração dos países do Mercosul. Curitiba, 2004. 214p.

REBOUÇAS, A. C. Água no Brasil: abundância, desperdício e escassez. BAHIA ANÁLISE & DADOS, Salvador, v. 13, n. ESPECIAL, p. 341-345, 2003.

www.geologo.com.br/aguahisteria.asp

www.socioambiental.org/esp/agua/pgn/

www.eco21.com.br


Geólogo; D.Sc. em Solos, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente.
E-mail: gomes@cnpma.embrapa.br

Fonte:http://www.embrapa.gov.br/embrapa/imprensa/artigos/2009/a-agua-nossa-de-cada-dia

Pesquisador de instituto americano aponta direções para regulamentação da nanotecnologia na agricultura (23/06/2010)


No segundo dia da Conferência Internacional sobre aplicação da Nanotecnologia na Alimentação e Agricultura os temas discutidos foram em torno da segurança alimentar, regulamentação de pesquisas envolvendo a nanotecnologia na agricultura e a primeira mesa-redonda das três que a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) está realizando durante o evento.

O pesquisador do Instituto para a Política Agrícola e Comercial dos Estados Unidos, Steven Robert Suppan, destacou três abordagens, a fim de regular o uso da agronanotecnologia. A primeira delas, segundo ele,
depende da orientação voluntária do governo  e à apresentação voluntária de dados de produtos da nanotecnologia para regulamentações pertinentes
das agências, para determinar se algum desses produtos representa possibilidade de risco suficiente para justificar uma avaliação de segurança para o  mercado.

De acordo com Suppan, as empresas não apresentam dados, argumentando que as informações são confidenciais para os negócios, cuja divulgação, mesmo para as entidades reguladoras autorizadas, poderia comprometer os investimentos na tecnologia. A outra abordagem que o pesquisador chamou de emergente se refere à submissão obrigatória dos produtos desenvolvidos pela indústria aos órgãos reguladores autorizados.

A terceira abordagem para a regulamentação da nanotecnologia proposta é mais radical, uma vez que visaria à suspensão e aprovações de comercialização de produtos à base de nanotecnologia até terem os dados suficientemente revisados  para realizar a
avaliações de riscos  necessários a um marco regulatório apropriado.

Segundo Suppan, esta abordagem foi defendida em 2004 em estudo da Royal Society e da Royal Academy of Engineering, do Reino Unido, e apoiado por um consórcio de ONG •que desenvolveu os princípios gerais para a regulamentação de produtos que levam nanotecnologia. O consórcio foi formalmente pedido pelo FDA, órgão governamental dos Estados Unidos  que faz o controle dos alimentos,  tanto humano como animal,  e a Agência de Proteção Ambiental para a regulamentação específica obrigatória de nanomateriais artificiais.

Mesa-redonda

A primeira mesa-redonda realizada pela FAO reuniu diversos especialistas  de universidades, institutos de pesquisas e agências  governamentais para discutir  os desafios da nanotecnologia no campo tecnológico, social, em países em desenvolvimento e as ferramentas para a regulamentação dos produtos.

Qasim Chaudhry, principal cientista pesquisador da Agência de Pesquisa Ambiental e de  Alimentação, do Reino Unido,  disse que os desafios tecnológicos passam pela detecção dos efeitos da nanotecnologia
na saúde e os impactos ambientais, enquanto na sociedade é preciso conhecer a percepção pública que se tem sobre o assunto, incluindo a aceitação dos produtos desenvolvidos à base de nanotecnologia pela
sociedade. Outra questão específica é o conhecimento técnico, a capacidade, custos e barreiras comerciais dos países em desenvolvimento.

Para a regulamentação, o pesquisador afirma que é preciso primeiro fazer a avaliação de risco, apontando alguns caminhos possíveis a seguir, como vias de regulação de risco, colaboração e parcerias, nacional e
internacional.

O evento é promovido pela Embrapa Instrumentação Agropecuária, São Carlos (SP), Institutos de Estudos Avançados (IEA) da USP São Carlos e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a convite da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), e está sendo realizado no Hotel Colina Verde, em São Pedro-SP, até quinta-feira ( 24).
Fonte: http://www.embrapa.gov.br/embrapa/imprensa/noticias/2010/junho/4a-semana/pesquisador-de-instituto-americano-aponta-direcoes-para-regulamentacao-da-nanotecnologia-na-agricultura

03 julho, 2010

Soluções ecológicas para a agricultura resistente à seca

Image: seco canal em Karimnagar, Andhra Pradesh, onde as monções não deixou de 2009 agricultores lutando com a seca e água-exigente culturas, incluindo arroz e algodão. © Caton Peter Greenpeace / Tirado Reyes, um cientista do Laboratório de Pesquisa do Greenpeace na Universidade de Exeter, escreve ...
"Guerras pela água ainda não começaram, mas a escassez certamente provocar tensões" Eu li essa manchete no The Guardian, enquanto movimento de volta da Índia para o Reino Unido. É isto um exagero, talvez? Eu tenho recebido de volta a Exeter com notícias sobre as proibições hosepipe, secagem gramados da cidade e das secas na ilha. Eu estou trazendo as secas comigo? Ser do sul da Espanha, que poderia ser algo em que pensar.
No entanto, notícias sobre a seca está em toda parte. Na África Ocidental, cerca de 10 milhões de pessoas enfrentam a fome devido à falta de água, alguns estão coletando grãos coletados pelas formigas de formigueiros como uma forma de alimentar-se. China está sofrendo a pior seca em décadas, afetando milhões de hectares de culturas, animais e pessoas. Sudeste da Austrália tem sofrido vários anos sem chuva suficiente e incêndios mortais. secas persistentes no México e os E.U. ocidental trouxe mais incêndios, arrasaram plantações e matou milhares de vacas da raça em 2009.
E o meu coração que eu me lembre os agricultores que visitei na Índia, durante meu primeiro ano morando lá. A temporada 2009 foi muito seco, e muitos agricultores tiveram que ficar parado, sem nada para fazer, porque sem água não podiam cultivar alimentos em suas terras. Como eu visitei aldeias na região Sudeste do Brasil para se despedir de um par de semanas atrás, os fazendeiros ainda estavam aguardando a monção de 2010 para chegar, para que eles possam iniciar o plantio deste ano. "Com os dedos cruzados, Ministério da Agricultura espera retomada das monções", diz a manchete hindu no início desta semana. Podemos fazer mais sobre a seca que assola a agricultura do que apenas cruzando os dedos?
É óbvio que a seca extrema a produção de alimentos devastar. Eles também são sinais de alerta sobre o nosso sistema alimentar, um sistema que, como fomos lembrados em 2008 - é muito vulnerável à crise. Precisamos pensar sobre o que podemos fazer sobre o nosso sistema de alimentos em face de um clima mais variável e imprevisível. Precisamos ouvir os cientistas e agricultores para aprender a lidar com a seca.
O caminho é claro: a biodiversidade é um fator importante que deve usar para lidar com a mudança climática, enquanto centenas de cientistas e especialistas vêm concluindo por décadas. Já existem muitos exemplos de práticas modernas de agricultura ecológica que, trabalhando com a biodiversidade e sem produtos químicos, pode ajudar a cultivar alimentos em explorações mais resiliente. Resiliência é a capacidade de lidar com a mudança e se recuperar a partir dele. Biodiversidade e um solo saudável são fundamentais para as abordagens ecológicas para tornar a agricultura mais resistentes à seca e mais resistentes a eventos extremos, como inundações. Muitas novas sementes tolerantes à seca estão sendo desenvolvidos utilizando a reprodução antecipadamente convencional, sem a necessidade de engenharia genética. Em contrapartida, não há nenhuma evidência de que as culturas geneticamente modificadas podem desempenhar algum papel no aumento da segurança alimentar em um clima em mudança. Nossa revisão científica recente ilustra comprovada, modernos métodos de cultivo que ajudam a lidar com a seca com a agricultura ecológica.
O Programa Ambiental da ONU está destacando, neste Ano Internacional da Biodiversidade, como investir em fomentar a biodiversidade e os sistemas ecológicos podem melhorar a segurança alimentar e hídrica e aliviar a pobreza. Para que os seres humanos para construir um sistema de segurança alimentar no âmbito de um clima em mudança, os governos e formuladores de políticas devem aumentar a pesquisa e fundos de investimento disponíveis para a agricultura ecológica métodos, com urgência.
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Fonte: http://www.greenpeace.org/international/en/news/Blogs/

Lago Baikal um passo para a protecção

Depois de recolher mais de 125.000 assinaturas para proteger o lago Baikal, um único património mundial da UNESCO na Rússia, os representantes do Greenpeace, WWF e Bellona entregou uma petição em defesa do Lago.
A fábrica de celulose e papel está a ameaçar a integridade da biodiversidade da região, como o governo russo deu-lhe permissão recentemente para despejo de resíduos tóxicos no maior organismo mundial de água doce. No entanto, como património mundial, o Lago Baikal tem direito à proteção especial da UNESCO.
O funcionário da Unesco, que reuniu ONGs, disse que ele reconheceu que o lago deve ser protegida, e que a questão será abordada na próxima reunião.
Obrigado a todos que assinaram a petição para proteger o lago Baikal - nós não ganhamos ainda, mas estamos definitivamente progredindo!
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http://www.greenpeace.org/international/en/news/Blogs/

01 julho, 2010

Nuclear: Notícias: Desastre ambiental no Golfo deixa em alerta as centrais nucleares

"Grupos de vigilância estão alertando sobre os danos potenciais do derrame de petróleo da BP no Golfo e costa atlântica de centrais nucleares que utilizam água do mar para resfriar as bombas e outros equipamentos de segurança. No início deste mês, os representantes dos grupos de vigilância nuclear Além nuclear, Three Mile Island alerta e desligar Salem escreveu uma carta para a Comissão Reguladora Nuclear E.U. buscando detalhes sobre a pluma de óleo acompanhamento dos esforços para evitar danos aos sistemas de plantas de segurança. A carta foi copiado para a Guarda Costeira, do Departamento de Segurança Interna ea Administração Nacional Oceânica e Atmosférica. Os cães de guarda escreveu ao NRC em 14 de junho pedindo garantias de que as agências federais e estaduais estão a coordenar esforços para evitar problemas de segurança no litoral de centrais nucleares. Apesar do mar não é usada para resfriar os reatores si, ele é usado no ensino secundário das plantas, sistemas de refrigeração. Há preocupações de que a contaminação poderia danificar os sistemas. A carta solicitou informações sobre o monitoramento das plumas de óleo do subsolo e as plantas que estão fazendo para se proteger de óleo, dispersantes químicos e metano dissolvido. Um relatório de 12 de Maio de situação do Ministério do escritório da Energia da entrega da eletricidade ea confiabilidade da energia reconheceu o potencial para problemas. "Se o abastecimento de água para essas instalações torna-se contaminado com óleo, sistemas de refrigeração a água poderia ser danificado", disse.

Daya Bay Usina Nuclear
"Hong Kong (RAEHK) - Segue-se uma resposta do Secretário para a Segurança, o Sr. Ambrósio SK Lee, a uma pergunta pela Hon Tam Yiu-chung na Assembleia Legislativa hoje (30 junho): Pergunta: Um pequeno aumento na radioatividade foi observado no reator de água de refrigeração na Unidade 2 da Baía de Daya Nuclear Power Station em 23 de maio deste ano. No dia seguinte à divulgação do incidente pela imprensa em 14 de junho, CLP Power Hong Kong Limited (CLP), um dos acionistas da usina nuclear, divulgou um comunicado afirmando que o incidente foi "um incidente menor operacional", com nenhum impacto na segurança pública, saúde pública ou o meio ambiente, e como o incidente não foi significativo o suficiente para ser classificado como pertencente a qualquer dos níveis no âmbito do International Nuclear Event Scale (INES), aprovada pela Agência Internacional de Energia Atômica, foi, portanto, não é necessário para ativar o sistema de comunicação. No entanto, foi relatado que um membro da Baía de Daya Usina Nuclear Safety Advisory Committee (Comitê Consultivo) contestou que a CLP havia subestimado o impacto do incidente.

ONG acusa Tóquio Japão ea Índia pacto para barrar a proliferação nuclear
"Uma organização não-governamental mostrou terça-feira a oposição do Japão forjar um pacto de cooperação nuclear civil com a Índia. "A Índia tem promovido o desenvolvimento nuclear sem a assinatura do Tratado de Não Proliferação Nuclear", os Cidadãos Nuclear Information Center, disse em sua declaração de pedido apresentado a líderes do governo, incluindo o primeiro-ministro Naoto Kan "Se o Japão ea Índia pacto de cooperação nuclear é celebrado nuclear proliferação no mundo não será evitada. " Os dois países iniciaram a primeira rodada de negociações em Tóquio na segunda-feira para selar o pacto, em que o Japão poderia exportar sua tecnologia de geração de energia nuclear e equipamentos relacionados à Índia, ao proibir a Índia a partir de usá-los para fins militares ou a sua transferência para outro país. "

Rússia flutua barcaça para a planta nuclear por vias navegáveis
"ST. PETERSBURG Rússia, 30 de junho (Reuters) - A Rússia na quarta-feira deu um grande passo para a criação controverso da estação do mundo a primeira potência nuclear flutuante, colocando uma barcaça que vai abrigar a planta na água. Ambientalistas dizem que o plano da Rússia para dot seu litoral norte, com usinas nucleares flutuantes é arriscado. O chefe da agência nuclear russa Rosatom, Sergei Kiriyenko, disse que a planta seria "absolutamente seguro" e previu "grande interesse de clientes estrangeiros." Quase um quarto de século depois do desastre central nuclear de Chernobyl na Ucrânia soviética, a Rússia está planejando expandir sua própria rede de usinas nucleares e buscando acordos para construir mais no exterior. A carcaça do navio fábrica, que Kiriyenko disse deve estar pronta para operar no final de 2012, foi lançado no estaleiro Baltiisky na capital Imperial da época da Rússia no Mar Báltico. Kiriyenko disse que o combustível nuclear para a usina seria carregado mais tarde na região de Murmansk, mais ao norte, e da estação rebocado para o seu local de operação. Seria arrastado após 32 anos de serviço, disse ele, deixando a área circundante "o mesmo de antes da estação chegar." Os ambientalistas não estão convencidos.

NRC estabelece cronograma para os recursos Yucca
"WASHINGTON - A Nuclear Regulatory Commission estabelecer regras básicas quarta-feira para os recursos das decisões desta semana que os planos de desviar para uma sucata Yucca Mountain licença de resíduos nucleares. A agência emitiu uma ordem de criação de uma página de 9 de julho data de interposição de recursos e argumentos sobre o porquê da decisão proferida por um painel de agência legal não deve ser anulada. Follow-up cuecas são devidos 16 de julho. Procuradores e funcionários que acompanham o caso Yucca Mountain interpretada como um sinal de que a Comissão pretende abordar a questão mais cedo ou mais tarde. Era amplamente esperado que os dirigentes da agência reguladora teria a palavra final após a decisão inicial. Com base no calendário de documentos jurídicos e da quantidade de tempo necessário para a comissão para resolver um problema no ano passado no caso Yucca, é possível que uma decisão final poderia vir em meados de agosto, de acordo com Charles Fitzpatrick, um advogado que representa Nevada:.Fonte: http://www.greenpeace.org/international/en/news/Blogs/nuclear-reaction:

30 junho, 2010

O pior desastre ambiental da historia dos E.U.A

O pior desastre ambiental da história única E.U., o derramamento de petróleo em águas profundas da BP Horizon continua a infligir danos devastadores sobre as pessoas ea vida selvagem da região da costa do golfo. Os custos ecológicos e económicos estão a aumentar diariamente, dizimando a pesca e as indústrias do turismo e ameaçando a vida eo habitat de centenas de espécies de aves e de água.

Como uma organização global de conservação que trabalhou por 50 anos, tanto ao redor do mundo e os E.U., para salvar a vida na Terra, a WWF está profundamente preocupado com os impactos imediatos e de longo prazo do derramamento do Golfo sobre as pessoas e os animais selvagens que dependem da saúde dos ecossistemas costeiros e marinhos do Golfo do México.
Gulf Oil Spill Fundo de Socorro

Enquanto WWF não tem programas ativos na área do Golfo, temos inúmeras organizações parceiras que estão empreendendo esforços na linha de frente para proteger e restaurar a fauna e habitats da vida selvagem em áreas afetadas. Para auxiliar esses esforços, nós estabelecemos um especial relevo derramamento de óleo do fundo para receber contribuições. Todas as contribuições para este fundo, 100% deles - vai para as nossas organizações parceiras locais a trabalhar no terreno sobre a resposta e os esforços de alívio.

Para as últimas informações sobre o vazamento, ou para saber sobre oportunidades de voluntariado, recomendamos WWF partidários para visitar o site oficial da Horizon Deepwater de Comando Unificado em:
www.worldwildlife.org/what/howwedoit/policy/gulf-of-mexico-oil-spill.html

Sistema de Classificação Climática de Köppen


O Sistema de Classificação Climática de Köppen, é o mais utilizado para classificar os climas do mundo. A maioria dos sistemas de classificação utilizados hoje são baseados nos criados em 1900 pelo climatologista russo-alemão Wladimir Köppen. Köppen dividida a superfície da Terra em regiões climáticas, que geralmente coincide com os padrões mundiais de vegetação e de solos.

O sistema de Köppen reconhece cinco tipos principais de clima com base nas médias anuais e mensais de temperatura e precipitação. Cada tipo é designado por uma letra maiúscula.

    A - climas úmidos tropicais são conhecidas pela suas altas temperaturas no ano e para a sua grande quantidade de chuva durante todo o ano.

    Climas B - Dry são caracterizadas por pouca chuva e temperatura alta no dia. Dois subgrupos, S - ou semi-áridas estepes, e W - áridas ou desérticas, são usados com os climas B.

    C - Em climas húmidos Médio terra Latitude / diferenças de água desempenham um grande papel. Estes têm climas quentes e verões secos e invernos amenos e úmidos.

    D - Climas continentais podem ser encontrados nas regiões do interior de grandes massas de terra. precipitação total não é muito elevado e sazonais, as temperaturas variam amplamente.

    E climas - Cold descrever este tipo de clima perfeitamente. Estes climas são parte das zonas onde o gelo permanente da tundra  estão sempre presentes. Apenas cerca de quatro meses do ano tem temperaturas acima de zero.

subgrupos adicionais são designados por uma segunda carta caso, menor que distinguir as especificidades sazonais de temperatura e precipitação.

    f - úmido com precipitação adequada em todos os meses e sem estação seca. Esta carta geralmente acompanha o A, C, D e climas.

    m - Rainforest climáticas, apesar da temporada, curto ciclo de seca no tipo monção. Esta carta apenas se aplica a um climas.

    s - Existe uma estação seca no verão do hemisfério respectivo (época de sol alto).

    w - Existe uma estação seca no inverno do hemisfério respectivo (época de sol baixo).

Para denotar mais variações no clima, uma terceira carta foi adicionado ao código.

    a - verões quentes, onde o mês mais quente é superior a 22 ° C (72 ° F). Estes podem ser encontrados em C e D climas.

    b - Verão Quente com o mês mais quente abaixo de 22 ° C (72 ° F). Estes também podem ser encontradas em C e D climas.

    c - Cool, com verões curtos, com menos de quatro meses mais de 10 ° C (50 ° F) no C e D climas.

    d - Muito invernos frios com o mês mais frio abaixo de -38 ° C (-36 ° F) no clima de D apenas.

    h - Lavagem a quente com uma temperatura média anual superior a 18 ° C (64 ° F), em climas B somente.

    k - Lavagem a frio com uma temperatura média anual inferior a 18 ° C (64 ° F), em climas B somente.

    http://www.blueplanetbiomes.org/climate.htm

Ecologia Animal




O habitat é qualquer lugar onde mora uma espécie animal ou vegetal. Exemplos de um habitat incluem um lago, um deserto, ou floresta, ou mesmo uma gota de água.

Todos os habitats da Terra fazem parte da biosfera. Como a Terra está sempre mudando, habitats estão continuamente mudando também.

As descrições dos ambientes utilizando temperatura e pluviosidade são usados para agrupar os habitats. Habitats de clima e vegetação semelhante são chamadas biomas. Em diferentes partes do mundo, o mesmo bioma pode conter espécies diferentes, mas contêm formas de vida similares. Por exemplo, as árvores são as formas dominantes da floresta tropical, não importa onde a floresta está localizada.

Os animais que vivem dentro de um mesmo grupo de espécies, e ocupa uma área ao mesmo tempo, fazem parte de uma população. Todos os membros da mesma população, tem certas características em comum. Populações de plantas e animais diferentes interagem uns com os outros e, juntos, essas comunidades populações desenvolvem-se. Plantas e animais em uma determinada comunidade ecológica, ou bioma, devem ser adaptados às condições de vida mesmo assim eles podem sobreviver no mesmo bioma.

Muitas populações podem viver na mesma área, pois cada espécie preenche uma função específica na comunidade. Este papel é chamado de nicho. O que um animal come, come e onde também fazem parte do seu nicho. As girafas podem viver na mesma área como gazelas porque comem plantas diferentes e não concorrem uns com os outros. escarabeídeos enterrar as fezes destes animais e põem os seus ovos na mesma. A alimentação de larvas de incubação nas fezes. As fezes enterradas também fertilizar plantas, que por sua vez alimenta a gazela e girafa. Cada planta e animal tem o seu próprio nicho ecológico na comunidade, e é importante de alguma forma para a sobrevivência do outro.

Os organismos vivos são geralmente classificados como consumidores (animais), produtores (plantas) ou decompositores (fungos), dependendo de como obter seu alimento. Os consumidores são herbívoros, carnívoros ou onívoros. Herbívoros são chamados de consumidores primários, porque a alimentação diretamente aos produtores. Os carnívoros se alimentam de outros consumidores. Onívoros comem plantas e animais. No entanto, os animais raramente são completamente herbívoros ou carnívoros. Alguns carnívoros, como os ursos, raposas, e que o gato ou o cão da família, vai às vezes comem plantas. Herbívoros, por vezes, comem pequenos insetos ou larvas também.
Fonte:  http://www.blueplanetbiomes.org/animals.htm

Classificação dos seres vivos

A fim de estudar a natureza, os cientistas classificam as formas de vida na natureza, ou colocá-los em grupos. Os organismos são classificados de acordo com a forma como eles estão intimamente relacionados. Grandes grupos estão divididos em grupos menores. Um reino é a maior unidade de classificação. Há cinco reinos da natureza. Um desses reinos Animalia ou o reino animal.

Há dois grupos principais de animais: vertebrados e invertebrados. Vertebrados são um subgrupo do Filo Cordata, ou animais que têm uma medula espinhal. Estes incluem peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Os invertebrados ou animais sem medula espinhal, compõem a maior parte do reino animal. Estes incluem esponjas, medusas, vermes, artrópodes (insetos, camarões, aranhas), moluscos (caramujos, mariscos, polvos) e equinodermos (ouriços, estrelas do mar).

Organismos do reino animal composto de muitas espécies diferentes. Alguns animais mais familiares para nós, são mamíferos, aves, peixes e insetos.

As células animais não têm paredes celulares rígidas como as células vegetais. Os corpos dos animais são constituídos por células organizadas que são especializados para realizar uma tarefa específica. Outras células estão organizadas em mais órgãos especializados. A maioria dos animais são capazes de mover-se relativamente rápido, ao contrário das plantas. A maioria dos animais se reproduzem sexualmente.

Ao todo, cerca de 9 ou 10 milhões de espécies do reino Animalia habitam a terra, o número exato não é conhecido. A maioria deles estão no filo Arthropoda, ou animais com patas articuladas, como insetos e crustáceos. De fato, alguns cientistas acreditam que, se fôssemos identificar todas as espécies nas florestas tropicais, as fileiras dos Arthropoda seria mais de 10 milhões!
Fonte: www.blueplanetbiomes.org/animals.htm

A importancia das plantas

Cerca de 2,5 bilhões de anos atrás, a superfície da Terra e a atmosfera estava estável o suficiente para suportar a vida primitiva. Organismos unicelulares começou a se desenvolver nos mares que cobriam o planeta. Um organismo simples, conhecidas como algas azuis-verdes apareceu e se espalhou pelo mar. As algas azul-verdes utilizam a luz solar e água para produzir seu próprio alimento,no processo denominado de fotosíntese. Como as algas azul-verdes cresceram nos mares da Terra, que começou a encher a atmosfera com oxigênio. O oxigênio produzidos pelas algas tornou possível para outros tipos de organismos  se desenvolverem.
Fonte: www.blueplanetbiomes.org/plants.htm

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